Quem teme as trevas não sabe do que a luz é capaz.
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"There used to be a greying tower alone on
the sea.
There is so much a man can tell you,
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Viúva Negra Once you're a Monster, you'll be always a Monster. Nothing is going to send your crimes and your sins away. Remember that... because Heaven will always deny you mercy, but Hell is going to take you as a beloved Child. And that's what you are: a Child of Doom and Evil, A Mistress of Darkness
Sobre Mim
Nome, Idade: Janaina Azevedo, 21 Data de Nascimento: 28/10/1982 Localização: São Paulo, SP
Ocupação: Estudante de Lingüística, Antroplogia e Literaturas Africanas de Língua Portuguesa.
Profissão: Professora Sobre o trabalho: dá aulas em escolas particulares de São Paulo, de Inglês e Português, mantendo também alguns alunos particulares. Trabalha com alunos especiais, portadores de deficiências, tanto físicas quantos mentais e sensoriais (Cegueira, surdez, Sindrômicos, etc).
Religião: Creio nos Deuses que fizeram os homens, não nos deuses que os homens fizeram.
Hobbies: Ler, jogar no computador, ouvir boa música (e aqui excluem-se pagode, axé, funk, popnejo e outros lixos musicais e massificados) e fazer um bom sexo.
Marcas /
Cicatrizes: Uma cicatriz de nascença de aproximadamente 10 cm de
diâmetro mais clara que o resto da pele, na parte superior central das
costas. Uma marca de nascença no rosto, redonda, aproximadamente 1 cm de
diâmetro, preta no lado esquerdo.
Livros: O Evangelho segundo Jesus Cristo, Ensaio sobre a cegueira e Ensaio sobre a Lucidez, todos três de José Saramago. Cem Anos de Solidão e Do amor e outros demônios, ambos de Gabriel Garcia Marques. Todos do Pablo Neruda. Mar morto, Capitães de Areia e Tenda dos Milagres, os três do Jorge Amado. Entre outros...
Política: Sou anarquista por convicção. Acredito numa sociedade que se auto-regimenta pelo respeito e pela consciência e é por isso que eu luto, e é pelo que eu trabalho. Ser Anarquista não é ser baderneiro, é ser livre e ter consciência de que a liberdade de um começa quando termina a do outro. |
Sexta-feira, Abril 22, 2005
¿Delight, Dream & Delirium¿
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STRANGELOVE Depeche Mode There'll be times When my crimes Will seem almost unforgivable I give in to sin Because you have to make this life livable But when you think I've had enough From your sea of love I'll take more than another riverful And I'll make it all worthwhile I'll make your heart smile Strangelove Strange highs and strange lows Strangelove That's how my love goes Strangelove Will you give it to me Will you take the pain I will give to you Again and again And will you return it There'll be days When I stray I may appear to be Constantly out of reach I give in to sin Because I like to practice what I preach I'm not trying to say I'll have it all my way I'm always willing to learn When you've got something to teach And I'll make it all worthwhile I'll make your heart smile Pain will you return it I'll say it again - pain Pain will you return it I won't say it again Strangelove Strange highs and strange lows Strangelove That's how my love goes Strangelove Will you give it to me Strangelove Strange highs and strange lows Strangelove That's how my love goes Strangelove Will you give it to me I give in Again and again I give in Will you give it to be I give in I'll say it again I give in
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Toquinho e Vinícius de Moraes Tantas você fez Que ela cansou Porque você, rapaz Abusou da regra três Onde menos vale mais Da primeira vez Ela chorou Mas resolveu ficar É que os momentos felizes Tinham deixado raízes No seu penar Depois perdeu a esperança Porque o perdão também cansa De perdoar Tem sempre o dia em que a casa cai Pois vai curtir seu deserto, vai Mas deixa a lâmpada acesa Se algum dia a tristeza Quiser entrar E uma bebida por perto Porque você pode estar certo Que vai chorar
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Sabe o que é ter constantemente em si uma sensação infindável de angústia?
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![]() Fiquei tanto tempo se escrever nesse blog por conta de um problema do próprio Blog, eu não conseguia postar. Pois´bem, o post de hoje é pra dizer que eu não sou de ferro. Não sou mesmo, quem disse que eu consigo sempre, o tempo todo disfarçar o que eu estou sentindo? Quem disse que eu consigo aguentar qualquer coisa, sem problemas? E não aguento ser, de certa forma o braço forte da família quando precisam. Acostuma, Janaina. É teu pai que vai procurar um argiota? A Janaina tem que ajudar a mamãe a se manter calma. É a mãe que tira o pai do sério, de tanta bobagem e coisa do passado que atira na cara dele? É a Janaina que tem que mantê-lo calmo, abraçar e falar que vai ficar tudo bem... É o tio que surta por que acha que o avô não é pai dele, que ele sempre o maltratou a vida inteira? Corre, Janaina, corre, e vai tentar remediar as coisas pro escândalo não ser muito grande - mas corre também, por que ele apesar de você ter ouvido todas as mágoas dele vai tentar te acusar de todas as coisas possíveis imagináveis, por que esse mesmo tio que você ajudou e deu carinho quando o próprio filho o renegava, tem raiva da sua mãe e não vai hesitar em te ferrar pra afetar ela... É seu primo que teve uma overdose? Sim? Ah, então corre e ajuda, por que o paizinho dele não pode se abalar de Sorocaba a São Paulo... É sua avó que depois de 54 anos de casamento quer se divorciar por que seu avô é um pé no saco? Ouça... ouça com carinho, atenção que você sempre teve... Mas se esqueça de pedir que lhe façam o mesmo se é que um dia vão achar que você precisa... "Você é jovem", não é o que dizem? "Você esquece"... Não, esse é o problema: EU NÃO ESQUEÇO. Cada dia dói mais e mais. Por que eu não sou de ferro e sangro como todo mundo. Sim, eu sangro. Mas é melodramático demais falar isso. Engole o choro menina. Ele não serve pra nada. Talvez alguns risos de quem leia esse post e ache, como eu disse, melodramático. Mas eu sei o que eu sinto. me sinto sozinha. Hoje, quando soube dos 30.000 reais de dívida, quando minha mãe pensou em pedir o divórcio, quando me disse que meus avós e meu tio estão em vias de mover processos um contra o outro, quando eu me dei conta de tudo isso, eu quis correr, para alguém que me abraçasse e me dissesse: "Eu estou aqui. tenha fé, vai ficar tudo bem..." E foi então que, de súbito, como um tapa que marca o rosto, eu percebi por que eu sou o braço forte da família: por que eu não tenho opção, por que eu não tenho para quem correr. Eu construi essa fortaleza, para me proteger e me trancafiei dentro dela pela mais pura, total e completa falta de opção. Para onde eu ia correr? Para onde não existe um príncipe encantado? Eu já não consigo mais nem chorar ao pensar em tudo isso. Não consigo mesmo. É triste, mas de tão real, chega a ser banal. Sou uma fortaleza frágil. E às vezes me pego chorando em desespero, tentando entender por que? Por que tudo isso? Por que meu pai é um irresponsável? Por que minha mãe se acomoda e depois quando as bombas estouram, ela é a primeira a jogar a "verdade" na cara dos outros...? Por que minha avó fala, fala, fala... e nunca faz merda nenhuma? E tudo que eu queria... era, em algum momento, não sentir falta do que eu não tenho. Não me magoar por esperar um abraço que nunca vai vir, um afago que nunca terei, uma mão amiga que nunca vai se estender. Me tornei uma pedra ao longos dos anos, eu não sabia por quê... hoje eu entendi. Eu espero demais dos outros, mas mesmo assim, construi uma fortaleza, para que cada decepção não ruisse uma parte de mim... Mas hoje eu me pergunto: o que eu sou? Nada. Um reflexo da mesquinhez dos que me cercam. Quando será que vou conseguir ser eu mesma? Queria que a Thaís estivesse comigo... aqui... agora... Sinto tanta falta do carinho descompromissado dela... Ela sabia que a fortaleza tinha um coração frágil. ![]()
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Toda bebedeira sempre traz um algo mais de verdade a nossos olhos. O álcool que parece levemente lisérgico é a nossa pílula azul em muitos momentos. Em momentos lúgubres como esses. Estou sozinha, perdida e ferida. E quantas vezes eu me disse tudo isso, e ninguém ouviu???
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![]() Pois é... esses são meus bebês...!!! Sou uma mãe de muitos filhos... tão vendo??? E essa semana, exatamente hoje, bati a barreira dos mil... MIL LIVROS! Hehehehehe 70% deles, lidos. 30% ao menos consultados... Sim, sim, sim... eu sei que sou uma traça de livros... Mas fazer o quê? Cada um tem os vícios que mais gosta... E cada um desses livros é uma história importante da minha vida... uma história a ser contada... quando olho pra eles... eu vejo muito mais do que papel e capas, de couro ou de cartão, eu vejo a minha história, o que sou e o que me tornei.
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Hoje tenho um post diferente a fazer.... ganhei uma câmera digital... e portanto, ao invés de palavras, hoje tenho imagens...
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NOVEMBER RAIN
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